
Sim! Fui a cidade de Frida Kahlo, finalmente. Minhas pesquisas avançam e conhecer o museu, que era sua casa foi mais um passo importante para o estudo. Casa grande, muitos pertences pessoais, mas poucas pinturas da artista. Mas pincéis, cavaletes e a sua cama, a qual passou grande parte de sua vida, devido as doenças constantes, isso sim foi algo mto interessante de ver. Ahh.. e aquele armarinho de miniaturas, de regalos, ahhh eu amei. Eles eram leitores de temas marxistas, cada livro pesado que tinha lá.. Pena que nao era permitido ver de perto. O mundo de Frida e Diego (seu esposo) foi invadido por alunos do ensino médio com suas anotacoes, senhores, senhoras, gringos de todas cores, mexicanos e barras eletronicas com apitos chatos para nao tocar em nada. Andando pelo casarão me senti uma intrusa e com a impressao de q a qq momento o dono da casa chegaria. RS! Um jardim que trazia uma imensa paz..que lugar agradável. . . lá fiquei sentada por um tempo eqto decidia se comprava postais e bobagens com a cara da artista ou nao. Era tentador nao levar alguma coisa de lá, mas ao mesmo tempo pensava no que me aproximaria de entender a arte desta mulher tão intensa. E assim continuamos esta semana, com mais pistas de arte mexicana.
Pelo bairro conhecemos um excelente restaurante mexicano. Pedimos Chile al Nogada, um prato tipico feito de um tipo de pimenta enorme (tipo um pimentao) recheado com carnes e amêndoa, coberto com creme de noz e sementes de romã. Um pouco doce mas delicioso. E também um prato chamado Filetes Troya - um filé escondido debaixo de um queijo-amarelo-nao-sei-o-nome-mais-bom embrulhando um molho incrível de camarões por baixo... algo terrível. Haha... pede bis.
abs
Hasta Luego
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